Recebi certas ofensas no meu último post, de caráter obviamente pessoal e sem relação com o texto.
Elas mostram duas coisas:
A repetição do tema (vestibular, e impropérios) e das ofensas mostram um intelecto particularmente raso dessa patética personagem, e uma deficiência temática quanto à criticada (hello) por parte do acintador.
É óbvio que um xingamento anônimo não merece nenhum tipo de relevância, mas uso o espaço para rebater e provocar o incitador:
Não imagino quem seja a pessoa, mas digo que não tenho conhecimento de ninguém que me dê a dignidade de me considerar inimiga. No muito, tem meu desprezo.
E que, como Freud explica, esse tipo de ofensa deve vir de alguém que passa parte consideravel de seu tempo livre a pensar em mim. A linha entre o amor e o ódio é tênue. Penso em rejeição ou inveja, mas seria creditar demais consideração à esse animal.
No mais, espero que tenha se sentido satisfeito com sua ofensa. Também estou. Sinto-me feliz em fazer a felicidade dos filistinos. Descarreguem a má qualidade da sua vida privada em mim. É uma coisa baixa, mas o que fazer quando tudo que se tem é isso?
Adieu.
Thursday, January 18, 2007
Tuesday, January 16, 2007
“I have two addictions: green eyes and cigarettes” Grande Big.
Pensando seriamente em que escrever, depois de dias no jejum, resolvi me entregar ao primeiro pensamento que viesse a minha cabeça. Vícios. Não penso nisso, até porque vícios são ótimos para se ter e não para se pensar. Sem idéia para o começo; para o meio, muito menos para o fim, vou deixar fluir.
Sem o esqueletozinho e ainda tento escrever? Cansei de ler, cansei de ver filmes por hoje, já ouvi um número razoável de músicas, já até me matriculei em um curso de boxe chinês. Depois dessa posso escrever até sobre o Noam Chomsky, que ninguém vai reclamar.
Recorri a uma versão on-line do pai dos burros. Vício:
1 defeito ou imperfeição grave de uma pessoa ou coisa
2 qualquer deformação que altere alguma coisa física ou funcionalmente
3 disposição natural para praticar o mal e cometer ações contra a moral; depravação.
...Supérfluo, prejudicial ou censurável. Nada que fuja a uma única idéia: não tenha vícios, eles te deterioram.
Não consegui imaginar um amigo, sem pelo menos um vício: cerveja, água ardente, vinho, sexo, malrboro, lucky strike, maconha, compras, videogame, cartão de crédito, viola, doce, academia, filme, beijar, dormir, reclamar, vício solitário. (Poderia enumerar algumas dezenas). Agora, pensem vocês, se encaixem em seus respectivos vícios e lembrem: “defeito ou imperfeição grave de uma pessoa”.
Contemplo esse texto citando, João Pereira Coutinho, “Conheço pessoas que não fumam. E conheço pessoas que não fumam e não querem que os outros fumem. As primeiras são infelizes. As segundas são miseráveis.” Não estou influenciando ninguém a fumar, apenas alerto-os de suas infelicidades e atos miseráveis.
Depravação ou satisfação? Eu me satisfaço comendo muito, ou tomando uma Skol bem gelada. Garanto que vocês, pequeninos com pelotas entre as pernas, também se sentem satisfeitos quando estão chegando lá -a mão cansada- porém, o prazer e a satisfação são maiores. Em algum momento se sentem depravados?
¬ " A melhor maneira de se livrar da tentação é cair nela" Oscar Wilde¬
Eu apelido o vício de prazer, me fale de um vício que eu não te respondo com um prazer tentador embutido nele! Agora, pergunto-lhes, é a tentação de viver prazerosamente ou a vontade de cometer ações contra a moral?
Joguemos tudo pro céu, e pedimos Glória a Deus.
Acho que não escrevi sobre o vício, tentei continuar minha discussão sobre o niilismo de hoje, não que eu seja (niilista) ou concorde. Mas essa corrente filosófica me chamou atenção, os princípios morais estão sendo esquecidos por falta do que fazer, rebeldia, ou foi a Revolução de 68?
Não sei continuar. Não tenho como continuar, iria negar minhas afirmações anteriores, sou uma radicalzinha dividida e confusa de 18 anos com uma vida normal de adolescente, porém, minha mãe corroeu metade de meu cérebro, e o conservadorismo em mim tenta falar mais alto.
Sem o esqueletozinho e ainda tento escrever? Cansei de ler, cansei de ver filmes por hoje, já ouvi um número razoável de músicas, já até me matriculei em um curso de boxe chinês. Depois dessa posso escrever até sobre o Noam Chomsky, que ninguém vai reclamar.
Recorri a uma versão on-line do pai dos burros. Vício:
1 defeito ou imperfeição grave de uma pessoa ou coisa
2 qualquer deformação que altere alguma coisa física ou funcionalmente
3 disposição natural para praticar o mal e cometer ações contra a moral; depravação.
...Supérfluo, prejudicial ou censurável. Nada que fuja a uma única idéia: não tenha vícios, eles te deterioram.
Não consegui imaginar um amigo, sem pelo menos um vício: cerveja, água ardente, vinho, sexo, malrboro, lucky strike, maconha, compras, videogame, cartão de crédito, viola, doce, academia, filme, beijar, dormir, reclamar, vício solitário. (Poderia enumerar algumas dezenas). Agora, pensem vocês, se encaixem em seus respectivos vícios e lembrem: “defeito ou imperfeição grave de uma pessoa”.
Contemplo esse texto citando, João Pereira Coutinho, “Conheço pessoas que não fumam. E conheço pessoas que não fumam e não querem que os outros fumem. As primeiras são infelizes. As segundas são miseráveis.” Não estou influenciando ninguém a fumar, apenas alerto-os de suas infelicidades e atos miseráveis.
Depravação ou satisfação? Eu me satisfaço comendo muito, ou tomando uma Skol bem gelada. Garanto que vocês, pequeninos com pelotas entre as pernas, também se sentem satisfeitos quando estão chegando lá -a mão cansada- porém, o prazer e a satisfação são maiores. Em algum momento se sentem depravados?
¬ " A melhor maneira de se livrar da tentação é cair nela" Oscar Wilde¬
Eu apelido o vício de prazer, me fale de um vício que eu não te respondo com um prazer tentador embutido nele! Agora, pergunto-lhes, é a tentação de viver prazerosamente ou a vontade de cometer ações contra a moral?
Joguemos tudo pro céu, e pedimos Glória a Deus.
Acho que não escrevi sobre o vício, tentei continuar minha discussão sobre o niilismo de hoje, não que eu seja (niilista) ou concorde. Mas essa corrente filosófica me chamou atenção, os princípios morais estão sendo esquecidos por falta do que fazer, rebeldia, ou foi a Revolução de 68?
Não sei continuar. Não tenho como continuar, iria negar minhas afirmações anteriores, sou uma radicalzinha dividida e confusa de 18 anos com uma vida normal de adolescente, porém, minha mãe corroeu metade de meu cérebro, e o conservadorismo em mim tenta falar mais alto.
Monday, January 08, 2007
La introducción
Paul Cézanne: "Um pedreiro que pintava com a colher" Édouard Manet.
Um artista que passou de fracassado a grandioso, de esquecido e rejeitado a referência impressionista. "Toda arte contemporânea deve à Cézanne o conceito de autonomia da forma e sua independência em relação aos dados naturais ou emocionais". Eis Cézanne, e sua grandiosa evolução!
Não me comparo a um grande artista, mas espero uma grande evolução, começo esse Blog sem inspiração. Nem ao menos idéias eu tenho -God, why i´m getting myself into this?.
Infelizmente ou felizmente, 2007 cheio de mudanças: cursinho, São Paulo, no parents, no friends; então resolvi me esforçar (palavra que anda esquecida pra mim) e voltar a escrever: não o faço há tempo. E espero mudanças a la Cézanne! Cézanne não é minha real inspiração, ele é apenas o empurrão!
Fui impulsionada pela tentativa de transformar meu ócio, em um ócio criativo. “Quem não tem cão, caça com gato” (é essa a verdadeira expressão?) As férias irão até março, e as noites iriam continuar vagas... filmes, filmes e mais filmes... Expuseram-me o gato: Blog. É uma opção, porque não desenferrujar e apresentar algumas coisas aqui? I´ll try!
Um artista que passou de fracassado a grandioso, de esquecido e rejeitado a referência impressionista. "Toda arte contemporânea deve à Cézanne o conceito de autonomia da forma e sua independência em relação aos dados naturais ou emocionais". Eis Cézanne, e sua grandiosa evolução!
Não me comparo a um grande artista, mas espero uma grande evolução, começo esse Blog sem inspiração. Nem ao menos idéias eu tenho -God, why i´m getting myself into this?.
Infelizmente ou felizmente, 2007 cheio de mudanças: cursinho, São Paulo, no parents, no friends; então resolvi me esforçar (palavra que anda esquecida pra mim) e voltar a escrever: não o faço há tempo. E espero mudanças a la Cézanne! Cézanne não é minha real inspiração, ele é apenas o empurrão!
Fui impulsionada pela tentativa de transformar meu ócio, em um ócio criativo. “Quem não tem cão, caça com gato” (é essa a verdadeira expressão?) As férias irão até março, e as noites iriam continuar vagas... filmes, filmes e mais filmes... Expuseram-me o gato: Blog. É uma opção, porque não desenferrujar e apresentar algumas coisas aqui? I´ll try!
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