Silenciada pelo vazio, a Busca vem a minha porta e bate como quem pede abrigo;
acomoda-se e alimenta-se;
encontra a Pergunta e fazem uma grande festa. A festa, a qual resolvem nomear de: festa da busca pela felicidade.
Foi só falar em felicidade que a Felicidade entra, como se o terreno fosse só seu;
sem se dar conta que o terreno tá dominado, e quem é o galo é a Perda.
A Razão berra pela companhia do Equilíbro, e o casal entra: quem abra alas pra eles é a Insegurança
- Maldita insegura que acha que controla a entrada do meu interior!
- Maldita não ignorância, que amplia o sentido da vida!
É quando a Inércia toca a campainha, e a festa está tão alta que se encarrega de não ouví-la.
Victoriana Leonora, São Paulo, 17/10/2010
Wednesday, November 17, 2010
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1 comment:
Nossa amiga! Como você escreve bem! não sabia disso! parabéns, eu adorei!
você é linda
beijos,
thamy
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